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sábado, 12 de maio de 2018


Comendador Dom Rafael de Almeida, participou do programa Patriotas em Ação, onde pode falar sobre diversos temas inclusive o retorno da Monarquia e quadro critico atual do pais.
Iniciativa privada, estado mínimo e livre iniciativa e a independência da Coroa, a sua neutralidade política e integração vocação para as diferentes opções ideológicas permitem contribuir para a estabilidade do nosso sistema político, facilitar o equilíbrio com outros órgãos constitucionais e territoriais, para promover o bom convívio entre os brasileiros
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quarta-feira, 4 de abril de 2018


movimento pró-monarquia intitulado Organização imperio do Brasil (OIB) liderado pelo Comendador Rafael de Almeida, junto a outros simpatizantes participaram das manifestações contra a corrupção em todo o País neste sábado (3), . Os participantes são a favor do retorno do regime monarquista, que vigorou no Brasil entre os anos de 1822 e 1889.
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O Brasil está  passando por momentos difíceis, mas vamos superar. Estes são momentos muito complexos, mas vamos em frente. Porque acreditamos no nosso país e estamos orgulhosos de quem somos. Porque os nossos princípios democráticos são fortes, eles são sólidos. E são porque se baseiam no desejo de milhões e milhões de brasileiro e querem viver em paz. Assim, construímos o Brasil que queremos. E assim devemos seguir esse caminho, com serenidade e determinação. Assim, no Brasil  que todos desejamos, também será o todo o povo brasileiro ressaltando, mais uma vez, o firme compromisso com um
passa do glorioso e juntos a Constituição e a democracia, meu compromisso com a compreensão e concórdia entre os brasileiros, e meu compromisso cidadão  com a unidade e permanência desta ordem social.

Att
comendador Rafael de Almeida

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sábado, 10 de março de 2018


Príncipe concorrerá a cargo pelo Partido NOVO, em São Paulo. Casa Imperial manifestou-se sobre o assunto.




S.A.R. O PRÍNCIPE DOM LUIZ PHILIPPE DE ORLEANS E BRAGANÇA, PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL PELO PARTIDO NOVO (JONNE RORIZ/©VEJA)



Nesta quarta-feira (28), uma publicação do Partido NOVO em seus canais nas redes sociais surpreendeu seus seguidores, particularmente aos monarquistas: Dom Luiz Philippe era anunciado, oficialmente, pela legenda, como pré-candidato à Câmara dos Deputados por São Paulo.



Assista ao vídeo lançado pelo NOVO:







Boatos acerca da candidatura do Príncipe já circulavam há algum tempo. Em dezembro, a Veja São Paulo chegou a noticiar o fato: Dom Luiz Philippe, no entanto, prontificou-se a negar em nota oficial.



O envolvimento de S.A.R. com o Partido NOVO já era conhecido por alguns. O Príncipe vinha apresentando, aos membros e pré-candidatos a cargos eletivos pela legenda, sua palestra "Por que o Brasil é um país atrasado?", baseada em livro homônimo lançado ano passado.



Questionada, a Casa Imperial do Brasil manifestou, por meio da Pró Monarquia, a seguinte posição:



Sim, o Partido NOVO lançou oficialmente, hoje, a pré-candidatura de Dom Luiz Philippe a Deputado Federal pelo Estado de São Paulo.



Lembramos que Dom Luiz Philippe não tem direitos ao Trono e, não sendo dinasta, é livre para atuar na política partidária.


O Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, tanto por si, tanto por seus maiores, nunca endossou e nem endossará qualquer candidatura política, ainda que de um de seus estimados sobrinhos.



Dom Luiz Philippe, sobrinho de S.A.I.R. o Chefe da Casa Imperial do Brasil, é filho de S.A.R. o Príncipe Dom Eudes de Orleans e Bragança, que em 1966 renunciou a seus direitos sucessórios ao Trono e à Coroa do Brasil por si e sua descendência.
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domingo, 31 de dezembro de 2017

Brasão dos condes alves de almeida

O momento do Brasil, São momentos difíceis, mas vamos superá-los. Estes são momentos muito complexos, mas iremos avançar. Porque acreditamos em nosso país e estamos orgulhosos de quem somos. Porque nossos princípios democráticos são fortes, eles são sólidos. E eles são porque se baseiam no desejo de milhões e milhões de brasileiro de viver em paz e liberdade. Assim, estamos construindo um pais melhor nas últimas décadas. E então devemos seguir esse caminho, com serenidade e determinação. Dessa forma.

. A corrupção também continua a ser uma das principais preocupações da sociedade, que exige que as medidas necessárias sejam tomadas para a sua completa erradicação e que os cidadãos possam confiar plenamente na boa administração do dinheiro público.

Também devo citar com preocupação a defesa do meio ambiente e a luta contra as alterações climáticas não são problemas menores ou secundários devido ao tamanho e aos riscos que eles implicam e que já estamos sofrendo. Devemos estar muito conscientes disso e nos envolver muito mais. E o Brasil deve manter-se firme em seus compromissos com um problema que afeta todo o planeta e requer soluções que não são apenas globais, mas verdadeiramente urgentes. Temos muitas outras preocupações - é claro -, mas hoje à noite não quero esquecer as mulheres que, em um silêncio tantas vezes impostas pelo medo, sofrem violência de gênero. Um flagelo inadmissível que nos prejudica em nossos sentimentos mais profundos e nos envergonha e indigno. Manter a firmeza e apoio político para ajudar e defender as vítimas e conscientizar toda a sociedade contra essa violência, criminal e covarde, o que degrada nossa convivência.

2018 nos espera em alguns dias e devemos continuar a construir o nosso país, porque a história não para. E não chegamos aqui para temer o futuro, mas criá-lo.

E estou certo de que ninguém quer um pais paralisado ou conformista, mas moderna e atraente, que espera; uma Brasil sereno, mas em movimento e pronto para evoluir e se adaptar aos novos tempos.

Deixe-nos sentar, sem complexos, orgulhosos de tudo o que conseguimos porque é o mérito de todos; confiar no que sempre nos uniu, no que somos, como somos, e acima de tudo no que podemos alcançar junto com uma fé firme em nossas convicções e nossas habilidades. Se continuarmos por esse caminho, se o fizermos e com todas as nossas energias, estou convencido de que no próximo ano - e aqueles que virão depois - serão muito melhores. Sem dúvida

Esse é o meu desejo para todos nesta noite especial.

Muito obrigado

Boa noite. E feliz e próspero ano de 2018.
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Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente




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sábado, 23 de dezembro de 2017

Conde e a Condessa Brunye, no jantar de posse da ALM
Como é de costume desde criança, a minha emoção aflora de maneira gigantesca, no período em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo.
Assim, imbuído do espírito de confraternização, e, após agradecer a DEUS por me conceder esta oportunidade de ainda poder escrever, estou desejando a todos os escritores, poetas e poetisas deste Recanto, extensivos aos familiares, votos de um Natal de paz, alegrias e, fundamentalmente, de amor ao próximo.
Em nome de minha esposa a Senhora Condessa Bruna Albuquerque de Carvalho Alves de Almeida, desejamos um feliz natal e prospero ano novo.

-Dom Rafael de Almeida-

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domingo, 22 de outubro de 2017

Principe Imperial do Brasil Dom Bertrand
Muita gente usa estes argumentos para defender mais uma vez a volta da monarquia para o Brasil. Numa pesquisa realizada pela Paraná Pesquisas, 10,7% dos entrevistados disseram concordar com a ideia de que o Brasil tenha um monarca. É um índice parecido com o identificado no plebiscito realizado em 1993. Na época, 10,25% dos eleitores, ou 6.790.751 pessoas, se declararam a favor da ideia. Mais recentemente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vem analisando uma série de pedidos de filiação de partidos imperiais.

Uma proposta de referendo pela restauração da monarquia tramita na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado. A casa permite que os cidadãos opinem online sobre todos os temas em discussão. Este em específico tinha, até a manhã de 20 de julho, 26.099 votos favoráveis contra apenas 3.364 contrários.

SAIBA MAIS: Há quem peça a volta da monarquia no Brasil. Mas quem seria o imperador?
Além disso, diversos grupos pró-monarquia realizam eventos, debates e palestras em defesa da volta do regime de governo que existiu no país entre 1822 e 1889. Essas entidades mantêm páginas de Facebook que divulgam textos e vídeos – um deles, o Movimento de Restauração da Monarquia no Brasil, tem 45 mil seguidores. O Pró Monarquia ultrapassa os 65 mil. O Monarquia Brasil beira os 35 mil. Não é muito. Mas são fãs bastante atuantes.

Essas instituições também funcionam em escritórios físicos espalhados por todo o Brasil: existem monarquistas organizados, que realizam reuniões e manifestações públicas frequentes, em Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belém, Belo Horizonte, Campo Grande, Fortaleza, Natal, Feira de Santana, Pindamonhangaba, Montes Claros, Navegantes, Poços de Caldas... E em Londrina. E em Curitiba.
Eterna vigilância

“O Imperador será o elo entre os 27 estados brasileiros porque não é vinculado a nenhum partido político”, diz Fábio Ladércio Soares, engenheiro civil de 39 anos, editor de mídias sociais do Movimento Monarquista de Londrina (MML). “Por isso mesmo, em todos os momentos da vida nacional, e principalmente diante de uma crise institucional como a atual, quando um partido político tenta derrubar o outro, o Imperador será a força de união, de Norte a Sul, de Leste a Oeste”.

Além disso, diz Fábio, um rei poderia moralizar o Legislativo. “Ele equilibrará a crise com o uso do Poder Moderador. Além do mais, é a eterna vigilância sobre deputados e senadores. Esta é a mágica da monarquia parlamentarista.”

SAIBA MAIS: Como o descontrole do governo fez o Brasil desperdiçar uma década de crescimento

O advogado Eduardo Lebbos Tozzini, de 32 anos, é representante na Itália da Frente Dom Pedro II, instalada em Curitiba. Já conseguiu que a bandeira imperial brasileira ficasse hasteada em definitivo em Roma, mais especificamente no Instituto Nacional pela Guarda de Honra dos Túmulos Reais da Família de Savóia. “O exemplo e a boa conduta do monarca inspiraria as gerações e os segmentos da nação a convergirem em soluções e atitudes benéficas para o desenvolvimento do país”, ele argumenta.

Para Fábio, a monarquia eliminaria uma das principais fontes de desvio de dinheiro do Brasil. “Toda corrupção a que estamos assistindo tem como fundamento as campanhas presidenciais”, argumenta ele. “Como forma de retribuir as ‘doações de campanha’, o presidente eleito abre o cofre do tesouro nacional por meio de financiamentos do BNDES e de licitações públicas. O imperador trará, de imediato, o fim da corrupção no poder executivo, pois não precisará de campanhas e conchavos políticos.”
Assunto encerrado

Mas e os argumentos dos monarquistas, fazem sentido? Afinal, existem precedentes de países que voltaram para o sistema: a Espanha abandonou seus reis em 1931, mas voltou a aderir ao regime monárquico em 1975. Funcionaria para o Brasil?

“Não faz nenhum sentido fazer a correlação entre regime monárquico e fim da corrupção. Um país é mais ou menos corrupto, tem uma vida pública mais ou menos correta, dependendo da modelagem institucional”, responde o cientista político Fernando Luis Schuler, professor do Insper, de São Paulo.

De toda maneira, temos uma família pronta para assumir. São os descendentes de um dos filhos da princesa Isabel, Dom Luis Maria Filipe (1878-1920). Eles acreditam que, no caso da restauração do regime, seriam os candidatos mais óbvios para a função. Seguindo esse raciocínio, hoje, o rei seria Dom Luiz Gastão Maria José Pio de Orléans e Bragança.

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Ele tem 79 anos, é solteiro e vive numa casa no bairro do Pacaembu, em São Paulo, com o irmão, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, de 76 anos. Bertrand seria o segundo na linha de sucessão. Os dois são os maiores porta-vozes da Casa Imperial do Brasil, e como tal têm participado de manifestações contra a corrupção e divulgado cartas abertas pedindo para assumir o poder.

A carta mais recente data de 23 de maio deste ano. Nela, Dom Luiz deixa claro seu ideário político: “Através de inimagináveis esquemas de corrupção, o Brasil tem sido vítima de um projeto de dominação socialista do Estado, de destruição e aviltamento das instituições, de adulteração completa dos mecanismos de representatividade do chamado regime democrático, e de financiamento do socialismo do século XXI por toda a América Latina. A instituição da família tem sido triturada, a economia sufocada, com um cerceamento da propriedade privada e da livre iniciativa e nossos valores cristãos espezinhados em todos os campos.”

Para o professor Fernando Schuler, toda a questão sobre o retorno da monarquia é irrelevante. “Este tema foi resolvido na vida brasileira em 1993”, ele diz. “De fato, a proclamação da república foi um golpe militar acompanhado de fatos vergonhosos, como o banimento da família real e o confisco de propriedades. Aquilo gerou uma dívida histórica. Até o plebiscito, a população não havia sido consultada sobre isso. Agora, quando foi consultada, decidiu se manter republicada. Este assunto está encerrado.”
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