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sábado, 6 de maio de 2017

Dom Rafael e Dona Bruna junto com Dama Rita de Sá
Os comendadores Bruna Albuquerque e Dom Rafael de Almeida, participaram da noite de autografo da Associada da Academia Maria de Aparecida e administradora do Apostolado “Nos Passos de Maria”, Rita de Sá Freire, Dama da Ordem dos Cavaleiros do Santo Sepulcro.

O lançamento aconteceu no último sábado (29), em Brasília, na Capital Federal, durante um evento de homenagem aos 100 anos das aparições de Nossa Senhora de Fátima. O evento foi organizado pelo Apostolado ‘Nos Passos de Maria’ e a Associação SOS Família e Juventude.Prefácio de S.A.I.R Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil).
Homenagem a Nossa Senhora de Fátima – Centenário das Aparições : “Valores cristãos e o encanto da fé”
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terça-feira, 2 de maio de 2017

Principe do Brasil, com comendadores Bruna e Rafael de Almeida
No Sábado,29 de abril de 2017, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, trinéto do Imperador Dom Pedro II, esteve em Brasília para a comemoração do centenário da aparição de Fátima,  promovido pelo Apostolado "Nos Passos de Maria" - administrado pela Dama Rita de Sá Freire, e a Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém,

Os Nobres e Santos Cavaleiro da Ordem do Santo Sepulcro de Jerusalém
Em seguida foi realizado o Cortejo e Coroação Solene de Nossa Senhora de Fátima pelas Damas e pelos Cavaleiros da Pontifícia Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém (OESSJ). Evento em Homenagem a Nossa Senhora de Fátima - Centenário das Aparições - “Valores cristãos e o encanto da fé”
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domingo, 2 de abril de 2017


A SOS Família e Juventude promove a Assistência Social coletando donativos de cestas básicas e distribuindo a entidades beneficentes.


Faz visitas aos hospitais e orfanatos levando o conforto espiritual aos doentes em seus leitos de dor muitas vezes abandonados e esquecidos por vezes até pelos seus.


Santiago Haddad com os comendadores Rafael e Bruna Alves de Almeida


Na festa de Nossa Senhora de Fátima, no dia 13 de Maio de 2004, nessa data simbólica, foi fundada a SOS Família e Juventude. Com entusiasmo e confiança na Virgem de Fátima, um pequeno grupo de devotos da Mãe de Deus começou nessa data uma nova obra de apostolado junto às famílias. Iniciaram-se os contatos com as famílias já conhecidas dos diretores e de cada colaborador, espraiando-se depois para aquelas que foram tomando conhecimento da recém criada entidade. O principal meio de contato foram as visitas com duas imagens peregrinas de Nossa Senhora de Fátima. As famílias foram sendo convidadas a aderirem ao trabalho da Associação.

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

O príncipe Ydenir Prudenciano Machado Chefe da Antiga Casa Real dos Arameus dos Auranitas, morreu nesta sexta-feira (10), deixando somente dois herdeiros para a chefia da casa real, informou o filho Príncipe herdeiro Fabio da causa da morte de Ydeni
que lutava contra um câncer.

Resultado de imagem para chefe da Casa Real dos Arameus e dos Auranitas





Minhas sinceras condolências a família.
Depois de perdermos alguém que amamos, há sempre uma dor forte que invade nosso coração. Embora palavras não apaguem o sofrimento que está sentindo, envio meus sinceros pêsames acompanhados do desejo de que tenha forças para enfrentar essa adversidade.

As memórias, ao contrário da vida, não nos podem ser roubadas. É nelas que você pode encontrar motivação para continuar.
 Dom Rafael de Almeida. 
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017







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Francisco recebe Matthew Festing em audiência privada em 23 de junho de 2016Mais


O papa Francisco aceitou nesta quarta-feira (25) a renúncia do Grão-Mestre da Ordem de Malta, Matthew Festing, pondo fim a um conflito incomum entre a milenar congregação e o Vaticano.

"Ontem (terça-feira), durante a audiência com o Santo Padre, sua alteza Matthew Festing entregou sua renúncia como Grão-Mestre da Soberana Ordem de Malta. O papa a aceitou hoje (quarta) e manifestou seu apreço e reconhecimento pelos sentimentos de lealdade e devoção", informou o Vaticano em um comunicado.

"O governo da Ordem será assumido de forma interina pelo Grão-Comendador (o alemão Ludwig Hoffmann von Rumerstein) até que seja designado um delegado pontifício", acrescenta a nota.

Fontes religiosas explicaram que o delegado pontifício é uma espécie de interventor. Recorreu-se à sua figura em alguns poucos casos. Em 2010, por exemplo, o papa Bento XVI usou essa figura para a renovação dos Legionários de Cristo, após o escândalo envolvendo seu fundador, Marcial Maciel. Ele foi condenado por abusos sexuais contra seminaristas, por ter tido filhos com diferentes mulheres e por ser consumidor de drogas.

A saída de Festing, britânico de 68 anos, à frente da Ordem desde 2008, é um gesto muito incomum, já que o cargo é vitalício.

"Nesta terça à tarde, o papa recebeu o grão-mestre e lhe pediu que o demitisse. Ele aceitou", anunciou a Ordem horas antes em um comunicado.

A Ordem de Malta - uma das instituições cristãs mais antigas que se tornou um Estado sem território - finalmente provou sua obediência ao Papa, evitando assim uma ruptura com a Santa Sé após mais de 900 anos de uma sólida relação.

A influente entidade conservadora, cujas origens remontam às Cruzadas, está presente em mais de 120 países administrando hospitais e ambulatórios, com 12.500 membros e 100.000 funcionários e voluntários.

Em todo o mundo, suas representações locais começavam a se preocupar com uma diminuição nas doações em razão da polêmica, sobretudo com a proximidade da Jornada Mundial da Hanseníase, em 29 de janeiro - tradicionalmente, um dia importante para angariar fundos, segundo uma fonte interna.

O caso teve início em 6 de dezembro com a exoneração do alemão Albrecht von Boeselager, número dois da ordem, por ter tolerado a distribuição de preservativos a pessoas com risco de contrair o vírus da aids.

Oficialmente, Boeselager, grande chanceler da Ordem de Malta desde 2014 - o equivalente ao posto de ministro do Interior e das Relações Exteriores - foi destituído por "problemas graves".

A guerra de Burke

O preservativo continua a ser um tabu na Igreja católica, que rejeita qualquer método de contracepção, ainda que o papa Francisco tenha feito um apelo em novembro "a um comportamento responsável" diante da aids.

A recusa de Von Boeselager de apresentar sua demissão quando solicitada pelos seus superiores, entre eles o cardeal ultraconservador americano Raymond Burke - um dos adversários internos de Francisco -, é uma das origens da controvérsia.

Considerado um grande crítico do papa argentino, Burke foi afastado do Vaticano ao ser nomeado representante do papa na Ordem de Malta e, desde então, lidera a batalha contra o pontificado de Francisco.

O cardeal faz parte do grupo que pediu a Francisco que corrija seus "erros doutrinários", pedido ignorado até agora pelo pontífice. Segundo fontes da Ordem, o caso teria rendido, sobretudo, em razão da batalha da ala conservadora da Igreja contra o Papa.

Um mês de disputas

A batalha ganhou um novo capítulo quando o irmão de Albrecht von Boeslager foi nomeado para o conselho administrativo do Banco do Vaticano (IOR), em plena restruturação após uma série de escândalos.

"O timing foi extremamente significativo", segundo uma fonte consultada pela AFP.

Em 21 de dezembro, o Papa nomeou uma comissão de investigação de cinco membros encarregada de esclarecer a demissão do alemão. Em um comunicado, o Grão-Mestre se negou categoricamente a cooperar com a comissão de investigação.

Na ocasião, a entidade religiosa justificou sua posição, afirmando que deveria "proteger sua própria soberania" diante do que considerou uma ingerência do Vaticano. O papa ordenou que a comissão investigasse a recente saída do ex-chanceler da Ordem Albrecht Freiherr von Boeselager.

Apesar de a entidade ser considerada um Estado e contar com seu próprio passaporte e corpo diplomático, para a Santa Sé continua sendo vista como uma organização religiosa que deve obediência e respeito ao papa.

Nesse cenário, a Santa Sé chegou a emitir um comunicado apoiando sua comissão.

A Ordem de Malta foi fundada com o nome de Cavaleiros Hospitalários em Jerusalém, em 1048, como uma comunidade de instituições médicas encarregada de tratar doentes, antes de ser reconhecida pelo papa em 1113.


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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017






Vamos juntos dar um basta a esta República e declarar que a solução é Real", dizia o convite enviado via redes sociais pela Casa Imperial - que representa a família real brasileira - para os protestos contra o governo federal realizados neste domingo.

No dia seguinte, a mesma página mostrava um dos príncipes brasileiros, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, de terno, gravata e broche no peito esquerdo, cercado de simpatizantes de camisa da CBF no asfalto da avenida Paulista.

A seu lado, súditos empunhavam bandeiras verde-amarelas diferentes das que estamos acostumados: no centro do tradicional losango amarelo, em vez do círculo azul com o lema positivista "Ordem e Progresso", um brasão imperial.

Após a manifestação, também pela rede social, a realeza se disse impressionada com "o grande número de cartilhas distribuídas e de Bandeiras Imperiais avistadas em todo o Brasil".

Leia mais: Da avenida Paulista a Miami, os protestos antigoverno em 12 frases

Leia mais: Ainda grandes, mas menores que em março, protestos mantêm pressão sobre governo
Monarcas na rua

Na avenida Paulista, a BBC Brasil conversou com Hayley Rocco, que distribuía panfletos a favor da volta do regime monárquico.Image copyrightFACEBOOKImage captionApós rechaçar protestos de 2013, Casa Imperial conclamou seguidores a protestarem no último domingo

"Díreita? Esquerda? Siga o melhor caminho: monarquia", dizia a revistinha de 30 páginas em sua mão, que incluía uma oração a Nossa Senhora Aparecida ("restaurai o Brasil monárquico") e listava "os benefícios trazidos pelo império ao país" (como a Casa da Moeda e o Banco do Brasil).

Rocco explicou sua participação no protesto: "A monarquia foi o único período de estabilidade política, institucional e econômica do Brasil", disse, enquanto distribuía os livrinhos.

"Nunca um imperador, por exemplo, aumentou seu salário", afirmou. "Já esses políticos..."

Em 2013, quando milhares de pessoas foram às ruas com pautas que iam do fim das catracas no transporte público a uma "intervenção militar" contra a corrupção, os monarquistas pediram que seus seguidores ficassem em casa.

"A prudência impõe aos monarquistas absterem-se de qualquer participação em tais manifestações", dizia a Casa, na época, em nota.

A reportagem procurou a Casa Imperial brasileira para entender sua avaliação sobre a participação nos protestos e questionou sua mudança de posicionamento, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem.Image copyrightFACEBOOKImage caption"Ressurge o império no Brasil", comemorou a página "Causa Imperial", que reúne mais de 17 mil seguidores no Facebook.

Entusiastas da família real também comemoraram a participação nos protestos. "Ressurge o império no Brasil", celebrou a página "Causa Imperial", que reúne mais de 17 mil seguidores no Facebook.

Em publicação desta segunda-feira, a página mostra fotos de bandeiras imperiais na praia de Copacabana acompanhadas de um longo texto, que exalta a presença de monarquistas nas ruas.

"A presença maciça de centenas de monarquistas, espalhados de norte a sul do Brasil, também evidenciou que a própria República está com seus dias contados. Este regime golpista e corrupto, que há quase 126 anos vem corroendo nossa Pátria, logo cairá de podre."

Leia mais: Para brasilianistas, impeachment pode arranhar imagem do Brasil no exterior
Maçons no asfalto

Membros da maçonaria também estavam nas ruas no último fim de semana.Image copyrightBBC BRASILImage captionEvanir Ferrari, ao lado do "irmão maçom" Alexandre, defendia o federalismo na avenida Paulista

A reportagem conversou com Evanir Ferrari, que ao lado do "irmão maçom" Alexandre ostentava a camiseta "Chega de Brasília" na avenida Paulista.

Enquanto o colega usava uma camisa verde e amarela com os dizeres "Chega de Corrupção - Mudança já - Maçons BR", Ferrari explicava sua defesa ao federalismo.

"O pleito da maçonaria é tornar o pais federalista, como acontece nos EUA e na Alemanha", disse. "O dinheiro dos municípios e estados tem que ficar com eles. Todo o dinheiro produzido em São Paulo vai para Brasilia, não dá."

Segundo ele, o Estado de São Paulo enviou bilhões de reais em arrecadação para o governo federal em 2014 e "recebeu de volta R$ 170 milhões".

"Não dá pra ficar com pires pedindo o dinheiro que é nosso para político corrupto", afirmou o maçom.
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sexta-feira, 11 de novembro de 2016



No final do mês passado, o Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança, representando seu tio S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, esteve em Portugal, para participar das solenidades que marcaram o bicentenário da morte de sua sétima avó, Sua Majestade Fidelíssima a Rainha Dona Maria I de Portugal, Brasil e Algarves.
Acompanhado pelo Professor Dr. Ibsen Noronha, amigo da Casa Imperial do Brasil e primeiro brasileiro a lecionar na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, e pelo Dr. Ronald Bicca, Dom Gabriel fez uma parada no Santuário de Nossa Senhora de Fátima, onde rezou pelo Brasil e acendeu uma vela para Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, pedindo-Lhe que proteja nosso País neste momento tão difícil.


Em Coimbra, Sua Alteza, que também é advogado, foi recebido na Faculdade de Direito por seu Diretor, o Professor Catedrático Rui de Figueiredo Marcos, que fez questão de salientar a ligação entre a Universidade e os antepassados de Dom Gabriel, os Reis de Portugal. O Diretor acompanhou o Príncipe à famosa Biblioteca Joanina e à Capela da Universidade, lembrando que o Padre Antônio Vieira pregou o Sermão de Santa Bárbara no púlpito daquela Capela. À noite, foi oferecido um jantar em homenagem a Dom Gabriel, por vários professores da Faculdade de Direito.


No Domingo de Ramos, dia 20, na Basílica da Estrela, em Lisboa, o Príncipe Dom Gabriel assistiu à Santa Missa em sufrágio da alma da Rainha Dona Maria I e, em seguida, prestou homenagem à sua ancestral, depositando um coroa de flores com as cores do Brasil sobre seu túmulo, localizado na mesma Basílica, o primeiro templo do mundo dedicado ao Sagrado Coração de Jesus e construído por ordem da própria Rainha Dona Maria I.


Ao longo da Santa Missa e da homenagem, Dom Gabriel esteve acompanhado por S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança, Duquesa de Bragança, esposa de S.A.R. o Senhor Dom Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real de Portugal, e pelo filho primogênito do casal, S.A.R. o Senhor Dom Afonso de Santa Maria de Bragança, Príncipe da Beira. O Chefe da Casa Imperial do Brasil e o Duque de Bragança são primos em segundo grau, partilhando a Princesa Imperial Dona Isabel e o Conde d’Eu como ancestrais em comum mais recentes.


No dia seguinte, segunda-feira, dia 21, foi realizada a Evocação da Rainha Dona Maria I, no Grêmio Literário de Lisboa, onde foram feitos diversos discursos sobre a vida e as virtudes da Rainha Piedosa. O Príncipe Dom Gabriel leu mensagem pessoal de seu tio, o Chefe da Casa Imperial do Brasil, encerrando o concorridíssimo evento, que reuniu mais de cento e cinquenta pessoas na biblioteca do Grêmio Literário, incluindo Dom Francisco de Bragança Van Uden, filho da Infanta Dona Maria Adelaide de Portugal (1912-2012) e primo-irmão do Duque de Bragança. Na sequência, o clube ofereceu um banquete, ao qual compareceram figuras expoentes da sociedade lisboeta.


Na terça-feira, dia 22, antes de embarcar de volta para o Brasil, Dom Gabriel ainda visitou a Academia de Ciências de Lisboa, a convite de seu Presidente, Dr. Artur Anselmo. A Academia foi fundada pela própria Rainha Dona Maria I, em finais do século XVIII, e teve José Bonifácio de Andrada e Silva, Patriarca da Independência do Brasil, entre seus membros de maior relevo – por coincidência, Dom Gabriel também descende de José Bonifácio, por parte de mãe. Na Sala do Brasil da Academia, o Príncipe posou para fotografia junto aos bustos do Imperador Dom Pedro I e de José Bonifácio, seus ancestrais.


A Rainha Dona Maria I de Portugal, Brasil e Algarves foi a primeira Soberana europeia a por os pés em solo americano, quando desembarcou em Salvador, no final de janeiro de 1808. Tendo falecido no Rio de Janeiro, Sua Majestade Fidelíssima também foi a única dentre os Monarcas brasileiro a morrer em nosso País.


Para um relato biográfico e das virtudes da Rainha Dona Maria I, recomendamos a leitura do excelente texto "Rainha Dona Maria I: revisão de sua biografia no Bicentenário de sua morte", escrito pelo Sr. Dionatan da Silveira Cunha e publicado no Blog Monarquia Já.
http://imperiobrasileiro-rs.blogspot.com.br/2016/03/rainha-dona-maria-i-revisao-de-sua.html


A Pró Monarquia – Casa Imperial do Brasil agradece ao Dr. Ibsen Noronha pelo relato e pelas fotografias.



SS.AA.RR. o Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança e o Príncipe da Beira, junto ao túmulo de sua ancestral, a Rainha Dona Maria I de Portugal, Brasil e Algarves.



Dom Gabriel na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.



Dom Gabriel acende uma vela para Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, pedindo-Lhe que proteja nosso País neste momento tão difícil.



Dom Gabriel almoçando em companhia de S.A.R. a Senhora Duquesa de Bragança (à sua esquerda).



A Evocação da Rainha Dona Maria I, no Grêmio Literário de Lisboa.



Dom Gabriel na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, junto a retrato de seu ancestral, o Imperador Dom Pedro I do Brasil, Rei Dom Pedro IV de Portugal, e ao busto de José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, também seu ancestral.



Dom Gabriel na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, acompanhado por sua comitiva.
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