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domingo, 22 de outubro de 2017

Principe Imperial do Brasil Dom Bertrand
Muita gente usa estes argumentos para defender mais uma vez a volta da monarquia para o Brasil. Numa pesquisa realizada pela Paraná Pesquisas, 10,7% dos entrevistados disseram concordar com a ideia de que o Brasil tenha um monarca. É um índice parecido com o identificado no plebiscito realizado em 1993. Na época, 10,25% dos eleitores, ou 6.790.751 pessoas, se declararam a favor da ideia. Mais recentemente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vem analisando uma série de pedidos de filiação de partidos imperiais.

Uma proposta de referendo pela restauração da monarquia tramita na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado. A casa permite que os cidadãos opinem online sobre todos os temas em discussão. Este em específico tinha, até a manhã de 20 de julho, 26.099 votos favoráveis contra apenas 3.364 contrários.

SAIBA MAIS: Há quem peça a volta da monarquia no Brasil. Mas quem seria o imperador?
Além disso, diversos grupos pró-monarquia realizam eventos, debates e palestras em defesa da volta do regime de governo que existiu no país entre 1822 e 1889. Essas entidades mantêm páginas de Facebook que divulgam textos e vídeos – um deles, o Movimento de Restauração da Monarquia no Brasil, tem 45 mil seguidores. O Pró Monarquia ultrapassa os 65 mil. O Monarquia Brasil beira os 35 mil. Não é muito. Mas são fãs bastante atuantes.

Essas instituições também funcionam em escritórios físicos espalhados por todo o Brasil: existem monarquistas organizados, que realizam reuniões e manifestações públicas frequentes, em Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belém, Belo Horizonte, Campo Grande, Fortaleza, Natal, Feira de Santana, Pindamonhangaba, Montes Claros, Navegantes, Poços de Caldas... E em Londrina. E em Curitiba.
Eterna vigilância

“O Imperador será o elo entre os 27 estados brasileiros porque não é vinculado a nenhum partido político”, diz Fábio Ladércio Soares, engenheiro civil de 39 anos, editor de mídias sociais do Movimento Monarquista de Londrina (MML). “Por isso mesmo, em todos os momentos da vida nacional, e principalmente diante de uma crise institucional como a atual, quando um partido político tenta derrubar o outro, o Imperador será a força de união, de Norte a Sul, de Leste a Oeste”.

Além disso, diz Fábio, um rei poderia moralizar o Legislativo. “Ele equilibrará a crise com o uso do Poder Moderador. Além do mais, é a eterna vigilância sobre deputados e senadores. Esta é a mágica da monarquia parlamentarista.”

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O advogado Eduardo Lebbos Tozzini, de 32 anos, é representante na Itália da Frente Dom Pedro II, instalada em Curitiba. Já conseguiu que a bandeira imperial brasileira ficasse hasteada em definitivo em Roma, mais especificamente no Instituto Nacional pela Guarda de Honra dos Túmulos Reais da Família de Savóia. “O exemplo e a boa conduta do monarca inspiraria as gerações e os segmentos da nação a convergirem em soluções e atitudes benéficas para o desenvolvimento do país”, ele argumenta.

Para Fábio, a monarquia eliminaria uma das principais fontes de desvio de dinheiro do Brasil. “Toda corrupção a que estamos assistindo tem como fundamento as campanhas presidenciais”, argumenta ele. “Como forma de retribuir as ‘doações de campanha’, o presidente eleito abre o cofre do tesouro nacional por meio de financiamentos do BNDES e de licitações públicas. O imperador trará, de imediato, o fim da corrupção no poder executivo, pois não precisará de campanhas e conchavos políticos.”
Assunto encerrado

Mas e os argumentos dos monarquistas, fazem sentido? Afinal, existem precedentes de países que voltaram para o sistema: a Espanha abandonou seus reis em 1931, mas voltou a aderir ao regime monárquico em 1975. Funcionaria para o Brasil?

“Não faz nenhum sentido fazer a correlação entre regime monárquico e fim da corrupção. Um país é mais ou menos corrupto, tem uma vida pública mais ou menos correta, dependendo da modelagem institucional”, responde o cientista político Fernando Luis Schuler, professor do Insper, de São Paulo.

De toda maneira, temos uma família pronta para assumir. São os descendentes de um dos filhos da princesa Isabel, Dom Luis Maria Filipe (1878-1920). Eles acreditam que, no caso da restauração do regime, seriam os candidatos mais óbvios para a função. Seguindo esse raciocínio, hoje, o rei seria Dom Luiz Gastão Maria José Pio de Orléans e Bragança.

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Ele tem 79 anos, é solteiro e vive numa casa no bairro do Pacaembu, em São Paulo, com o irmão, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, de 76 anos. Bertrand seria o segundo na linha de sucessão. Os dois são os maiores porta-vozes da Casa Imperial do Brasil, e como tal têm participado de manifestações contra a corrupção e divulgado cartas abertas pedindo para assumir o poder.

A carta mais recente data de 23 de maio deste ano. Nela, Dom Luiz deixa claro seu ideário político: “Através de inimagináveis esquemas de corrupção, o Brasil tem sido vítima de um projeto de dominação socialista do Estado, de destruição e aviltamento das instituições, de adulteração completa dos mecanismos de representatividade do chamado regime democrático, e de financiamento do socialismo do século XXI por toda a América Latina. A instituição da família tem sido triturada, a economia sufocada, com um cerceamento da propriedade privada e da livre iniciativa e nossos valores cristãos espezinhados em todos os campos.”

Para o professor Fernando Schuler, toda a questão sobre o retorno da monarquia é irrelevante. “Este tema foi resolvido na vida brasileira em 1993”, ele diz. “De fato, a proclamação da república foi um golpe militar acompanhado de fatos vergonhosos, como o banimento da família real e o confisco de propriedades. Aquilo gerou uma dívida histórica. Até o plebiscito, a população não havia sido consultada sobre isso. Agora, quando foi consultada, decidiu se manter republicada. Este assunto está encerrado.”
07:00   Posted by Rafael Alves de Almeida with No comments
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No dia 09 de agosto, o Dom Rafael de Almeida, membro da Federação Acadêmica de Ciência Letras e Arte  (FEBACLA) , recebeu condecorada com o título de Doutora Honoris Causa e Benfeitor da Educação e Cultura no Brasil, o título foi entregue pelo Instituto Júlio Ribeiro Cortez de Educação e Cultura MG, 



"quero agradecer primeiramente a Deus pelo recebimento deste grandioso e distinto reconhecimento, ao meu caríssimo e nobre amigo Reitor Prof  Dr. Juio Corte  ao meu caríssimo  pela confiança e credibilidade depositados pela dedicação em meu trabalho pela Literatura, Educação e Cultura Nacional e a minha família que significa a base de toda minha existência ."


06:42   Posted by Rafael Alves de Almeida with No comments
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segunda-feira, 2 de outubro de 2017




Entenda o militarismo e veja argumentos contra e a favor dessa ideia



Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil


O Brasil possui uma forte tradição militar em sua história política. Nossa república foi proclamada por um marechal: Deodoro da Fonseca. Em nossa história republicana, já tivemos nove presidentes militares, incluindo os dois primeiros (Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto) e outros cinco em sequência, durante a ditadura que perdurou entre 1964 e 1985. Apenas os dois restantes – Hermes da Fonseca e Eurico Gaspar Dutra – foram eleitos pelo voto direto. Militares aparecem em nossa política em diversos momentos do século XX, como no movimento tenentista dos anos 1920, na revolução de 1930, na intentona comunista de 1935 e no golpe miltar de 1964.

Essa tradição se perpetua. Ainda hoje, muitas pessoas continuam a defender um governo militar e a rejeitar a democracia. Mesmo que os defensores de um novo regime militar sejam minoria, as Forças Armadas continuam a ser a instituição com maior credibilidade perante a população brasileira, com declaração de confiança de 59% dos brasileiros. Para efeito de comparação, apenas 7% dos brasileiros confiam nos partidos políticos.








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O militarismo voltou a receber atenção após a manifestação de um grupo pró-intervenção militar na Câmara dos Deputados, em novembro. O grupo de cerca de 40 pessoas invadiu o plenário da Câmara, quebrando a porta de acesso ao local. Eles permaneceram na mesa da presidência da Câmara por algumas horas, com postura hostil, e só saíram após ação da Polícia Legislativa. Entre outras reivindicações, pediam a presença de um general no local. Os manifestantes afirmavam apoiar iniciativas de combate à corrupção e se mostravam favoráveis a uma intervenção militar “com apoio do povo”.

Afinal, quais são as bases desse pensamento? Por que civis apoiam a ideia de um governo militar, que historicamente se revelam antidemocráticos? É isso que explicaremos a seguir.






O QUE SE ENTENDE POR MILITARISMO?



Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil


Os manifestantes que invadiram o Congresso defendem a ideia de que a sociedade deve ser governada por militares. Esses governantes, por sua vez, devem aplicar conceitos incorporados ou associados às organizações militares. Na história do Brasil, assim como da América Latina em geral, essa doutrina confunde-se com o autoritarismo – pode até mesmo ser encarada como uma forma particular dessa forma de governo. De modo geral, o autoritarismo baseia-se em valores como ordem, disciplina, hierarquia, segurança e respeito absoluto à autoridade. Também é bastante presente o elemento nacionalista, uma defesa apaixonada da pátria e dos costumes e convenções nacionais.

Defensores de governos militares ou autoritários costumam se queixar da corrupção e da desordem supostamente promovidas por regimes democráticos. A saída para esse alegado caos seria um regime militar, mesmo que isso signifique o sacrifício de algumas liberdades e direitos fundamentais, como a liberdade de expressão e de associação.

O militarismo, quando alcança o governo, costuma se expressar por medidas incompatíveis com aquelas normalmente instituídas em regimes democráticos. Para isso, podemos olhar para exemplos históricos. Governos militares latino-americanos de meados do século XX, por exemplo, eram tipicamente autoritários. Por exemplo: todos surgiram após a destituição de um governo democraticamente eleito – portanto, por meio de golpes de Estado. Também limitaram as liberdades individuais e o pluralismo político ao impedir manifestações contra o governo, censurar a imprensa, perseguir grupos políticos, banir eleições, proibir a existência de todos ou a maior parte dos partidos políticos e eventualmente dissolver parlamentos. Tais ações foram tomadas durante a ditadura militar brasileira, por exemplo.
Prioridade à defesa nacional

Além disso, governos militaristas se caracterizam pelo investimento prioritário em defesa – algo esperado, uma vez que esta é considerada uma das áreas prioritárias para o desenvolvimento nacional por militares. Se definido apenas como a priorização da defesa nacional, o militarismo pode ser visto como traço de regimes democráticos que dão especial atenção ao arsenal bélico, como os Estados Unidos – fortemente munido de armas nucleares e equipamentos militares de ponta.
Economia

Na condução da política econômica, o militarismo não está associado a nenhuma corrente específica de pensamento. Isso varia de acordo com o contexto de cada governo militar. Muitos grupos militares com atuação política relevante no século XX foram inclinados ao socialismo – Cuba e Coreia do Norte, por exemplo, até hoje são governados por militares socialistas/comunistas. Por outro lado, regimes militares latino-americanos foram inclinados ao capitalismo e anticomunistas. Mesmo assim, havia divergências entre eles. O regime brasileiro, iniciado em 1964, foi marcado por forte intervenção do Estado na economia – houve grande investimento estatal em infraestrutura, por exemplo. Já o regime militar de Augusto Pinochet, no Chile, aderiu a teses da Escola de Chicago, de cunho liberal, e promoveu, entre outras medidas privatizações de estatais chilenas.
Valores

Em boa parte dos casos, a ideia de intervenção militar parte de setores conservadores da sociedade. Seus defensores, pelo menos no Brasil, costumam ser contrários a medidas como legalização do aborto, das drogas e reconhecimento do casamento homoafetivo. Há também uma defesa à família tradicional e valores religiosos.









INTERVENÇÃO MILITAR NO BRASIL: ARGUMENTOS CONTRA E A FAVOR



Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil


Pedidos por intervenção militar tornaram-se recorrentes em manifestações pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a partir de 2015, ainda que fossem marginais dentro desses protestos. Os que apoiam a tomada do poder pelos militares apoiam-se até mesmo na Constituição de 1988. Veja os principais argumentos a favor e também contra uma intervenção militar:









A favor da intervenção militar
A intervenção é necessária para acabar com a corrupção no Brasil. O governo militar é a única ou melhor forma de restaurar a ordem no país e recolocá-lo no caminho do desenvolvimento;
A Constituição Federal diz, no artigo 142, que “as Forças Armadas […] são instituições nacionais permanentes e regulares […] e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. A partir desse texto, intervencionistas defendem que os militares possuem respaldo constitucional para tomar o poder, a fim de garantir os poderes, a lei e a ordem;
O regime militar brasileiro de 1964 a 1985 foi um período positivo da história brasileira, segundo favoráveis à intervenção militar. Segundo eles, o país viveu uma época crescimento econômico, baixa criminalidade e sem corrupção. Tudo isso teria relação com as políticas do governo militar;
Segundo os intervencionistas, há uma ameaça comunista sobre o Brasil e outros países latino-americanos (argumento que era mais comum durante o governo Dilma, do PT, partido historicamente de esquerda). Para preservar a ordem e evitar que o comunismo tome conta do país, é preciso que militares tirem do poder os grupos comunistas.







Contra a intervenção militar
O problema da corrupção existe dentro de qualquer governo, seja ele democrático ou autoritário. Por isso, é preferível que seja resolvido dentro da própria democracia, sem a remoção de liberdades e direitos fundamentais, e sim com transparência e maior qualidade do voto. Não seria, portanto, justificativa suficiente para intervenção militar;
O artigo 142 da Constituição não permite intervenção militar. Isso porque ele mesmo afirma que as Forças Armadas estão “sob a autoridade do presidente da República e seu comando”. Portanto, a intervenção seria inconstitucional sob qualquer ponto de vista, uma vez que configuraria insubordinação ao presidente;
O regime militar brasileiro foi uma ditadura. Durante esse período, houve supressão de direitos políticos e da democracia. Muitos foram mortos e/ou torturados por questões políticas. A economia experimentou crescimento, mas às custas de um grande endividamento externo e aumento da desigualdade social – base, afirmam economistas, de muitos dos problemas que temos ainda hoje no país. Por tudo isso, o governo militar instituído em 1964 não deveria servir de exemplo;
As evidências de uma articulação comunista no Brasil ou mesmo na América Latina não são conclusivas. Neste início de século XXI, governos de esquerda latino-americanos caracterizaram-se pela adoção de programas sociais, intervenção do Estado na economia e oposição aos Estados Unidos. Entretanto, a maioria manteve o respeito às regras democráticas de seus países.


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domingo, 24 de setembro de 2017






Nesta sexta-feira, 22 de setembro, o The Noite recebe o príncipe imperial Dom Bertrand. Trineto do último imperador brasileiro, Dom Pedro II, e bisneto da Princesa Isabel, ele fala na entrevista sobre sua ascendência, seu livro ‘ Psicose Ambientalista - Os Bastidores do Ecoterrorismo ’ e revela as razões de sua luta pelo retorno da monarquia no Brasil com “ indispensáveis adaptações ao mundo moderno ”.

“ Os Brasileiros estão começando a se perguntar se a solução não seria voltar a um regime que deu certo no passado. A internet fala sobre isso. Canadá, Austrália, Nova Zelândia são monarquias ”, diz ele, que mostra a Danilo fotos de família e brinca com o apresentador, dizendo que ele poderia receber um título de barão ou visconde. “ O povo é bom, o país é rico, muita área cultivável. Um quarto do planeta é alimentado pelo Brasil. Temos problemas políticos, mas existe um Brasil real ”, afirma Dom Bertrand, cujo nome completo é Bertrand Maria José Pio Januário Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança.






The Noite com Danilo Gentili
Segunda a sexta, à meia-noite


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terça-feira, 19 de setembro de 2017





Além da própria família: uma ideia legislativa, feita por um cidadão e endossada pela Casa Imperial do Brasil, pedindo um referendo pela restauração da monarquia parlamentarista no Brasil virou a Sugestão 18/2017 e está sob análise da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado.

Mas, se o Brasil mudasse o seu sistema de governo, quem seria o imperador? Atualmente, o chefe da Casa Imperial do Brasil é Dom Luiz Gastão Maria José Pio de Orleans e Bragança, que é do ramo de Vassouras (RJ) da família, e apontado como o herdeiro do trono brasileiro.

Recentemente, Dom Luiz Gastão publicou uma carta em que afirma ser compreensível que, em um momento crítico, “muitos olhares se voltem para a Família Imperial, que, desde o golpe republicano de 1889, sem qualquer ressentimento pelo passado, tem mantido sua postura de serviço à Pátria, dentro da mais estrita legalidade, cônscia de seu alto papel social”.








Além disso, uma cartilha da Casa Imperial – “Direita? Esquerda? Siga o melhor caminho: Monarquia” – elenca as vantagens de o Brasil ter um monarca. Para eles, já que o cargo é vitalício, “pode inspirar e conduzir um projeto nacional, com obras de longo alcance e que visem às futuras gerações”

Eles garantem que um regime monárquico teria tornado o Brasil mais rico, um país de primeiro mundo, “porque os soberanos têm visão de longo alcance, tratam dos assuntos nacionais visando as gerações futuras e não as próximas eleições”. E, claro, reduziriam a corrupção – não como uma “panaceia que cura milagrosamente todos os males”, mas graças ao “papel moralizador das monarquias”.
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sábado, 9 de setembro de 2017


Na sexta feira (8), comendador Dom Rafael de Almeida, lider do movimento monárquico de Maringá, foi entrevistado pelo  apresentador Jota Florêncio do programa J Show, programa de televisão pioneira de Maringá, os diversos temas foram sitado e entre eles na oportunidade, conversaram sobre o posicionamento politico ideológico da monarquia.
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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Os comendadores D. Rafael de Almeida e Bruna Albuquerque, prestigiaram o lançamento do festival em meio as autoridades do corpo diplomático, executivo, legislativo e judiciário.

A primeira noite do Festival também foi marcada pela visita do vice-cônsul do Japão, Naonari Nishihara, e dezenas de outras autoridades importantes de Maringá, do Paraná e do País. Juízes, desembargadores, ministros, políticos em geral, autoridades policiais, patrocinadores e parceiros do Festival foram chamados ao palco para abrir a festa. 

O vice-cônsul destacou a importância do Festival para o País. “É um privilégio participar desse momento maravilhoso. Estou há pouco tempo no consulado e não conhecia o festival. Fiquei encantado. A festa é muito maior do que eu imaginava”, complementou Naonari Nishihara. 

Fábio Guillen, assessoria de imprensa

 



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